21/07/2013- Atualizado em 22/07/2013 21:19
Em tarde inspirada, Alex marca dois,e Coritiba empata com Santos na Vila
Por Lincoln Chaves
Santos, SP
Em mais uma tarde inspirada, Alex foi o grande nome do empate por 2 a 2
entre Santos e Coritiba, na Vila Belmiro, neste domingo, pela oitava
rodada do Brasileirão. Com um golaço e outro no fim do jogo, o meia do
Coxa evitou a primeira derrota da equipe. Pelo lado do Peixe, o garoto
Neílton também brilhou, fazendo um dos gols - Cícero marcou o outro.
Com o resultado, o time paranaense foi a 16 pontos, igualando-se ao
líder Botafogo, mas em segundo por causa do saldo de gols (5 a 4). O
Peixe chegou aos 12, ficando na sétima colocação.
O Santos volta a campo no próximo sábado, contra a Ponte Preta, no
Moisés Lucarelli, em Campinas. Já o Coritiba encara o Vitória no
domingo, no Couto Pereira, em Curitiba.
Leandrinho comanda o Peixe; Alex rege o Coxa
A Vila Belmiro é a casa do Santos, mas foi o Coritiba que começou
ditando o ritmo do primeiro tempo. Alex regia o ataque, apoiado pela
movimentação de Deivid, Geraldo e Victor Ferraz. A postura ofensiva do
Coxa deixou o Peixe sem saída nos primeiros minutos, tentando chegar ao
ataque - sem sucesso - com lançamentos para Neilton e Willian José. Até
por isso, foi do Alviverde a primeira boa oportunidade. E que gol Alex
perdeu! O camisa 10 fez quase tudo certo: aproveitou o corta-luz de
Geraldo, deslocou Aranha ao fingir o arremate... e acertou a trave na
conclusão.
O lance acordou o Santos. Não ofensivamente, mas pelo menos passou a
colocar a bola no chão com paciência e aguardar a melhor hora para
contra-atacar. Leandrinho, dando opção pelos dois lados e mostrando boa
movimentação, era o santista mais acionado. E foi dos pés do camisa 7
que o "novo" Peixe, contra tudo que se desenhava até então na partida,
chegou ao gol. Coube ao meia, depois de receber bom passe de Rafael
Galhardo, cruzar com precisão para Neilton, que se antecipou à zaga e
desviou para as redes. Foi a primeira chance santista. E o primeiro gol
do confronto.
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| Victor Ferraz disputa bola com Neilton em jogo movimentado na Vila (Foto: Daniel Teixeira / Agência Estado) |
Mesmo atrás no placar, o Coritiba não mudou a forma de jogar. Manteve o
controle das ações, com Alex distribuindo o jogo pelo meio e pela
direita e atuando quase como um terceiro atacante. O domínio alviverde,
aos poucos, foi se reestabelecendo - apesar do Santos não estar acuado
como nos 15 minutos iniciais e seguir apostando nas bolas para
Leandrinho e Neilton. Só que o empate parecia questão de tempo. Aos 40
minutos, novo corta-luz de Geraldo e bola para Alex. Dessa vez, o camisa
10 apenas dominou e deu uma "cavadinha", que morreu no fundo das redes.
Golaço e jogo empatado.
Peixe sufoca, perde gols, e Alex salva o Coritiba
O Coritiba, tal qual nos 45 minutos iniciais, voltou para o segundo
tempo disposto a manter a pressão no ataque. A diferença é que o Santos
retornou ao gramado diferente, com mais ímpeto. Com a marcação avançada e
Montillo mais próximo de Neilton e Willian José (depois Giva),
Leandrinho e Cícero ganharam opções para distribuir o jogo. A postura
santista acuou o Coxa, que ficou sem o toque de bola do primeiro tempo.
Foi então que a bola parada, tão treinada por Claudinei Oliveira no
sábado, fez diferença: Galhardo cruzou e Cícero, de cabeça, mandou para o
gol, colocando o alvinegro à frente no placar.
Diferentemente do que ocorreu na etapa inicial, o Coritiba sentiu o
baque. Agora era o Santos que dava as cartas na partida. Os Meninos da
Vila também sentiram que o momento era deles e passaram a bombardear o
gol alviverde. Foram três boas chances em dez minutos. Uma com Montillo,
que parou na trave. Na sequência, Leandrinho aproveitou a sobra e
Vanderlei defendeu com as pernas. O camisa 10 santista, aliás, ainda
teve uma segunda oportunidade, pouco depois: um voleio, dentro da
pequena área, que obrigou Vanderlei a fazer outra grande defesa.
Superior no placar e no jogo, o Santos aproveitou os minutos finais para
diminuir o ritmo e cadenciar o jogo. O Coritiba, em contrapartida,
mandou-se para o ataque, como ainda não tinha feito. As entradas de
Everton Costa e Keirrison deram mais opções ofensivas à equipe de
Marquinhos Santos. E Alex? Estava quietinho, marcado... Mas precisou de
uma bola, uma só, para decidir. E decidiu. Aos 42 minutos, a redonda
sobrou para o camisa 10, na área. Livre. Gol e empate com gosto de
vitória para o Coxa. Ao Peixe, a lição: quem não faz, toma.
Opinião
Por Jean Pierre Domingues Soares
Tudo parecia que o Santos venceria mais uma no Brasileirão 2013,mas não foi assim não.Veja o parecer sobre a atuação de cada time:
SANTOS
O alvinegro praiano atuou bem mas ainda deixa a desejar nesse campeonato por causa do seu fraco desempenho defensivo e por isso,encontra muitas dificuldades quando enfrenta equipes de qualidade com a do Coritiba.Parece que o time está dividido em 2 setores onde um funciona e outro não funciona e por causa disso deixa escapar pontos considerados conquistados por causa de sua inoperância defensiva deixando - o na sétima posição.O Santos precisa abrir o olho para os próximos jogos e aprimorar o seu sistema defensivo para não correr o risco de perder contato com o G - 4 senão vai ficar pelo caminho de novo.
CORITIBA
Não há duvidas de que o coração do time coxa branca é mesmo o meia Alex cabeção,pois ele joga pelo time e mais um pouco.O Coritiba se mantiver esse futebol daqui pra frente poderá ser um sério candidato ao título(que não o conquista desde 1985)brasileiro.Ele carregou o time nas costas mesmo estando atrás no placar e lutou muito até conseguir um empate heroico que deixa a equipe do Alto da Glória em 2º na classificação geral
21/07/2013 - Atualizado em 22/07/2013 - 21:22
Juninho reina na volta ao Maracanã, Vasco derrota o Flu e sobe na tabela
Por GLOBOESPORTE.COM
Rio de Janeiro
A reabertura do Maracanã aos clubes teve show de um velho conhecido do estádio. Na reestreia pelo Vasco, Juninho Pernambucano
voltou a ser protagonista após 12 anos longe de um dos palcos em que
mais marcou sua carreira no clube. Na noite deste domingo, novo brilho:
gol, assistência e aplausos para o camisa 8. André e Tenorio também
marcaram, o Cruz-Maltino fez 3 a 1 sobre um Fluminense com menos dois -
Fred e Digão foram expulsos - e se distanciou da zona de rebaixamento. O
time agora é o 11º colocado, com dez pontos, e deixou para trás o
Tricolor, que descontou com Carlinhos, com nove pontos na 14ª posição.
Antes do jogo, os tricolores provocaram o adversário com um mosaico na arquibancada com os dizeres "É o destino...",
em referência à musica cantada pela torcida para se gabar quando leva
vantagem sobre os vascaínos. Mas diante de um público de 34.634 pagantes
(46.860 presentes), e renda de R$ 1.554.510,00, o Vasco se vingou em
campo e reencontrou o caminho das vitórias após três jogos. Tenorio, que
entrou no segundo tempo no lugar de Eder Luis e foi o autor do último
gol do clássico, comemorou em dose dupla: pelo triunfo e pela volta de
Juninho ao time.
- O Vasco fez uma boa partida. Em outros jogos cometemos erros que nos
levaram à derrota. Mas não podemos relaxar, temos que trabalhar ainda
mais forte para seguir melhorando. Ainda estamos lá embaixo da tabela.
Já o Fluminense chega a sua terceira derrota seguida e se vê próximo da
zona de rebaixamento. Com a volta de Deco, o time começou bem, mas a
expulsão de Fred, logo aos 25 minutos do primeiro tempo, pesou para a
atuação. E o técnico Abel Braga, que viu o Flu sofrer mais três gols no
campeonato - já são 13 em oito jogos - lamentou com uma frase forte no
intervalo.
- Está muito fácil fazer gol no Fluminense - observou
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| Juninho reencontrou o Maracanã com gol, assistência e aplauso (Foto: Marcelo Sadio/Vasco.com.br) |
Na próxima rodada, o Vasco recebe o Criciúma no sábado, às 18h30m (de
Brasília), em São Januário. No dia seguinte, o Fluminense visita o
Grêmio às 16h, na Arena do Grêmio.
Juninho revive reinado no Maraca, e Fred é expulso
Que diferença faz um meia de criação, cada vez mais raro no futebol
brasileiro. Fluminense e Vasco tiveram o privilégio de ter um de cada
lado no clássico: Deco e Juninho. O Tricolor, logo aos dois minutos de
jogo, deu início a uma ótima oportunidade: com um passe na medida, achou
Wagner na área. Ele cruzou, Carlinhos aproveitou bobeada de Jomar e
rolou para Sobis chutar e ver Rafael Vaz salvar quase em cima da linha.
Já o vascaíno também organizava os ataques, mas foi ainda mais decisivo.
Em jogada de Wendel pela esquerda, e após falha de Edinho, Pedro Ken
cruzou para a conclusão certeira do Reizinho. Gol no estádio que foi
palco de grandes momentos de seu reinado no Cruz-Maltino.
Rafael Vaz queria parar Fred para ficar famoso. Jomar, surpresa na
escalação no lugar de um gripado Renato Silva, também quis, mas
conseguiu de outra forma. Após deixar a mão numa dividida e acertar o
olho do atacante, o camisa 9 do Flu caiu em campo, foi atendido e não
gostou. Não demorou muito a revidar: deixou o cotovelo no rosto do
zagueiro. E o árbitro Marcelo de Lima Henrique, que já havia aplicado
dois cartões amarelos em menos de 15 minutos, não teve dúvidas em
mostrar o vermelho para Fred. A expulsão fez cair a intensidade do duelo
dos homens de criação, já que o Fluminense precisou recuar, e Deco
perdeu a função sem a posse de bola.
Apesar da vantagem numérica, o Vasco não agrediu. E o Flu assustava com
Edinho. O volante apareceu duas vezes à frente sem marcação e quase
empatou com duas pancadas de longe: a primeira caiu em cima do
travessão, e a segunda raspou a trave de Diogo Silva. O Cruz-Maltino não
aproveitava os contra-ataques e só conseguiu chegar com perigo no fim
do primeiro tempo. Sandro Silva lançou André sozinho no ataque, ele
bateu de fora da área, mas Cavalieri defendeu. Defesa que relembrou sua
boa fase de 2012. Antes mesmo do fim do primeiro tempo, Abel indicou
mudanças ao mandar seus atacantes do banco para o aquecimento.
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| Revide e expulsão: Fred perdeu a cabeça e jogou só 24 minutos (Foto: Luciano Belford / Futura Press) | | |
André e Tenorio ampliam o placar, e Digão, a desvantagem
O Flu voltou com Rhayner no lugar de Deco para tentar jogar na
velocidade nos contra-ataques. Só que a marcação tricolor não conseguiu
conter a primeira investida do Vasco, que ampliou o placar no primeiro
minuto da etapa final. O gol foi de André, num toque por cobertura na
saída de Cavalieri. A assistência? De Juninho. Quando o jogo parecia sob
controle, Carlinhos recolocou o Flu no páreo. Ele aproveitou escanteio
cobrado por Sobis e a saída errada de um afobado Diogo Silva para
diminuir a diferença de cabeça.
Dorival fechou mais o meio, tirando o estreante Henrique para a entrada
de Fillipe Soutto. Mas não conteve a empolgação do Tricolor, que esteve
perto de empatar o jogo em duas bombas de Rafael Sobis. O Flu foi para o
tudo ou nada com Marcos Junior no lugar de Edinho, mas a esperança caiu
por terra quando Digão, já com amarelo, parou o contra-ataque vascaíno e
também foi expulso. Com dois a menos, a tarefa de reagir ficou
impossível.
Juninho, cansado, pediu para sair e deu lugar a Fabio Lima. O meia
entrou bem, explorando os espaços nas laterais, mas quem deu números
finais à partida foi Tenorio. O equatoriano, que substituiu Eder Luis no
fim, usou a cabeça após escanteio para marcar o terceiro. Com o
Fluminense nocauteado, o árbitro nem quis saber de acréscimo e terminou o
clássico aos 45 minutos.
OPINIÃO
Por Jean Pierre Domingues Soares
Maracanã lotado,tudo dava a entender que o Fluminense retornaria ao novo estádio com vitória,mas o que se viu em campo,foi um baile cruz-maltino sobre o tricolor.
VASCO
No dia em que o Maracanã voltava a ter jogos entre clubes do Brasil depois de quase 3 anos o Vasco voltava a enfrentar o Fluminense em um superclássico e com uma grande novidade:a volta de Juninho Pernambucano ao Vasco após uma passagem pelo Qatar,EUA e Europa.Sendo assim,a bola rolou e a superioridade do Vasco começou a aparecer durante a partida e logo de cara achou um gol que saiu de uma falha grave do volante Edinho ao qual falarei depois.Com isso,o Vasco abriu o caminho da vitória com o gol de Juninho Pernambucano além de André e Tenório que decretaram uma crise sem precedentes nas Laranjeiras.Na próxima rodada,o Vasco(11º colocado) enfrenta o Criciúma em São Januário podendo subir mais na tabela,ou seja,tem boas perspectivas daqui para a frente.
FLUMINENSE
Está instalado uma crise de identidade nas Laranjeiras após mais uma derrota em mais um clássico diante de um adversário que até pouco tempo atrás estava lá embaixo na tabela beirando o Z - 4 e num caminho sem direção no lado político e que de uma hora para outra vence partidas(inclusive o clássico de ontem e ganha moral no campeonato.Parece que os papéis foram trocados entre os clubes do Rio de Janeiro.
Foi uma partida em que o torcedor morreu de vergonha de torcer para o Fluminense,pois desde a traumática eliminação para o atual finalista da libertadores (o Olímpia) o tricolor perdeu o rumo na temporada e agora vê uma ameaça de rebaixamento a segundona cada vez mais próxima pois a distancia ficou mais curta.Tudo começou quando Fred e Digão foram expulsos e por isso,dilaceraram todo o time que vinha cadenciando o jogo normalmente até tomar o gol.A partir daí,o Vasco fez o que quis com a defesa tricolor e por isso,mereceu a vitória.O alerta vermelho está acendido.Se quiser vaga na Libertadores 2014 ou o penta terá de jogar mais e se contentar com o que tem no elenco e aproveitar a base,senão além de não ganhar nada este ano,pode parar na 2ª divisão em 2014.O próximo jogo será contra o Grêmio em Porto Alegre no próximo fim de semana e se perder,entra no Z - 4.
21/07/2013 18h08 - Atualizado em 22/07/2013 22:34
Com gol de rubro-negro Juan, Inter vence o Fla e encosta na ponta
Por GLOBOESPORTE.COM
Caxias do Sul, RJ
Em um duelo extremamente equilibrado durante quase todo o tempo, coube a
um ex-ídolo do Flamengo decidir a partida a favor do Internacional. Nos
acréscimos, o zagueiro Juan aproveitou uma saída em falso do goleiro
Felipe e decretou a vitória do Colorado sobre o Rubro-Negro por 1 a 0 no
estádio Centenário, em Caxias do Sul. Como havia prometido, o defensor
não comemorou o gol em respeito ao clube no qual foi formado e ainda fez
reverência à torcida visitante com a mão no peito. Mesmo sob frio
intenso - 6ºC em média - 8.038 pessoas pagaram ingresso, com renda de R$
219.920,00.
Na próxima rodada, o Internacional visita o Náutico na Arena Pernambuco,
no domingo, às 16h (de Brasília). Já o Flamengo faz seu retorno ao
Maracanã no clássico contra o Botafogo, domingo, às 18h30m.
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| Zagueiro Juan não comemora o gol contra o Flamengo (Foto: Itamar Aguiar / Futura Press) |
Muito equilíbrio no primeiro tempo
O equilíbrio marcou o primeiro tempo, mas o Inter começou melhor, com
D'Alessandro na armação e um ataque mais leve com a entrada de Jorge
Henrique, buscando espaços na defesa do Flamengo. Em 15 minutos já tinha
chegado duas vezes em condições de finalizar, com o próprio Jorge
Henrique e com o zagueiro Juan. Aos poucos, no entanto, o time de Mano
Menezes encontrou seu lugar em campo, talvez ainda se adaptando à baixa
temperatura de Caxias do Sul. Mais organizado, passou a chegar ao ataque
de forma mais constante.
A movimentação constante de Paulinho, Carlos Eduardo e Bruninho criava
opções de passe e os laterais começaram a aparecer para as jogadas
ofensivas. Ainda assim, o Rubro-Negro pecava no último lance da jogada
e, por isso, criou poucas chances de gol. Na mais perigosa delas,
Marcelo Moreno raspou de cabeça e o goleiro Muriel fez boa defesa, aos
46. Já o Colorado dependia muito da criatividade do armador argentino,
que estava bem marcado. Quando conseguiu escapar, deixou Forlán na cara
do gol, mas o uruguaio errou.
Recuperado de lesão, Damião volta ao Inter
O Internacional voltou mais ligado no segundo tempo e quase conseguiu
aproveitar um cochilo do sistema defensivo rubro-negro para abrir o
placar. Mas Fabrício jogou para fora chance incrível, dentro da pequena
área e com o goleiro Felipe batido. O Colorado iniciava bem as jogadas,
impulsionado pelas roubadas de bola de Willians (foram sete). No
entanto, faltava presença de área. Por isso, Dunga promoveu a entrada de
Leandro Damião, que voltou ao time depois de se recuperar da lesão na
coxa que o tirou da Copa das Confederações.
Em menos de 10 minutos em campo, o atacante teve duas oportunidades de
abrir o placar, e principalmente na segunda, a falta de ritmo de jogo
falou mais alto. O Flamengo diminuiu o ritmo e Mano Menezes tentou dar
sangue novo com a entrada do garoto Nixon. A partida perdeu um pouco da
qualidade técnica e passou a ser disputada mais na base da vontade, e já
nos acréscimos o zagueiro Juan aproveitou uma saída ruim do goleiro
Felipe para decretar a vitória do Internacional, de cabeça. Depois do
gol, nada de festa e mão no peito na direção da torcida rubro-negra.
OPINIÃO
Por Jean Pierre Domingues Soares
O jogo em que marcou a despedida do Estádio Francisco Stédille (Centenário) dos jogos do Inter neste campeonato Brasileiro terminou com uma vitória muito apertada pelo placar mínimo.
INTER
Com uma atuação nada espetacular,mas que acabou sendo o suficiente graças a um gol marcado pelo ex flamenguista Juan no crepúsculo da partida,o colorado venceu e agora vê o líder(Botafogo) pelo retrovisor.Mas para isso,passou por poucas e boas durante um jogo marcado pelo equilíbrio entre ele e o rubro negro da Gávea durante 90 minutos.Com a chegada de Ignácio Scoco e o retorno do meia Alex,já será possível pensar no Tetra.Basta encaixar essas peças ao time titular nos lugares certos.O próximo jogo do colorado será contra o Náutico na Arena Pernambuco no domingo as 16 hs.
FLAMENGO
O rubro negro da Gávea aos poucos vai melhorando sob a batuta do polêmico Mano Menezes e no jogo de ontem só não saiu com pelo menos 1 ponto por desatenção do sistema defensivo.Ao contrário do Fluminense,o Flamengo tem qualidades defensivos muito melhores que as do tricolor,porém seu sistema ofensivo não está muito próximo de ser tão bom quanto a do time tricolor e por isso,precisa melhorar em muito a sua eficiência,pois desperdiça 70% de seu ataque em quase 90% dos jogos.O próximo jogo do Flamengo será o clássico contra o lider Botafogo domingo as 18hs e 30 min no Maracanã.